Brasil tem a nona maior taxa de homicídios das Américas, alerta OMS

violencia

A situação do Brasil é pior do que de países como Haiti (26,6), México (22) e Equador (13,8), cujas taxas de homicídio, apesar de altas, são inferiores às brasileiras. O Brasil só perde para países como Honduras (103,9), Venezuela (57,6), Colômbia (43,9) e Guatemala (39,9).

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), um dos principais impulsionadores das taxas de assassinato no mundo é o acesso a armas, com aproximadamente metade de todos os homicídios cometidos com armas de fogo. Entre as mulheres, os homicídios por parceiros respondem por quase 38% de todos os assassinatos comparados a 6% de todos os assassinatos entre homens.

O Brasil tem a nona maior taxa de homicídio da região das Américas, com um indicador de 32,4 mortes para cada 100 mil habitantes, de acordo com relatório publicado em meados de maio (19) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A situação do Brasil é pior do que de países como Haiti (26,6), México (22) e Equador (13,8), cujas taxas de homicídio, apesar de altas, são inferiores às brasileiras. O Brasil só perde para países como Honduras (103,9), Venezuela (57,6), Colômbia (43,9) e Guatemala (39,9).

O Canadá tem as menores taxas de assassinatos nas Américas, com um indicador de 1,8 homicídio para cada 100 mil pessoas. Outros países no topo da lista entre as menores taxas incluem Chile (4,6), Cuba (5), Estados Unidos (5,4), Argentina (6) e Uruguai (7,9).

Segundo a OMS, homicídios respondem por cerca de 10% das mortes globais. Em 2012, houve estimados 475 mil assassinatos no mundo, sendo que 80% das vítimas são homens, e 65% homens com idade entre 15 e 49 anos.

A região das Américas teve a maior taxa de homicídios (19,4 a cada 100 mil) do mundo, sendo que os países de baixa e média renda, esse indicador atingiu uma média de 28,5 a cada 100 mil habitantes. A região do Oeste do Pacífico, que inclui países como Austrália, teve a menor taxa global (2 a cada 100 mil).

De acordo com a agência da ONU, um dos principais impulsionadores das taxas de assassinato no mundo é o acesso a armas, com aproximadamente metade de todos os homicídios cometidos com armas de fogo. Entre as mulheres, os homicídios por parceiros respondem por quase 38% de todos os assassinatos comparados a 6% de todos os assassinatos entre homens.

Taxas de homicídios globais

Durante o período de 2000 a 2012, houve um destacado declínio nas taxas de homicídio globais, com uma queda estimada de cerca de 17% (de 8 para 6,7 a cada 100 mil), e de 39% no caso dos países de alta renda (de 6,2 para 3,8 a cada 100 mil).

Na Europa, as taxas de homicídio caíram para mais da metade desde 2000. Em outras regiões, declínios modestos foram observados com exceção da região das Américas, onde as taxas permaneceram altas, disse a agência da ONU.

A prevalência dos assassinatos cometidos por parceiros é substancialmente alta na região africana, no Leste do Mediterrâneo e na região do Sudeste da Ásia, comparadas a outras regiões do mundo, mas apenas metade dos países dessas regiões está adotando estratégias sociais e culturais para resolver o problema da violência sexual, disse a OMS.

Segundo a agência das Nações Unidas, o homicídio e a maioria das demais formas de violência estão fortemente associados a determinantes sociais como desigualdade de gênero, pobreza e desemprego, assim como outros fatores de risco como fácil acesso a álcool e armas.

Os dados fazem parte do relatório “Estatísticas Globais de Saúde: Monitorando a Saúde para os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável)”, publicado pela OMS em maio e que também apontou um aumento significativo da expectativa de vida global desde 2000.

O documento mostrou que entre 2000 e 2015, a expectativa de vida aumentou cinco anos globalmente, evolução mais rápida desde a década de 1960. No entanto, a evolução foi desigual entre os países.

Em 12 países do mundo a expectativa de vida superava os 82 anos em 2015: Suíça (83,4 anos), Espanha (82,8), Itália (82,7), Islândia (82,7), Israel (82,5), França (82,4), Suécia (82,4), Japão (83,7), Cingapura (83,1), Austrália (82,8), Coreia do Sul (82,3) e Canadá (82,2).

Do lado oposto, os 22 países com expectativa de vida de menos de 60 anos eram todos da África Subsaariana, entre os quais Serra Leoa (50,1 anos), Angola (52,4), República Centro-Africana (52,5), Chade (53,1), Costa do Marfim (53,3), Lesoto (53,7) e Nigéria (54,5).

{Via ONU Brasil}

Gênero nas escolas pode mudar os altos índices de violência no Brasil

gênero-

Historicamente temos a dominação e subordinação em estado de opressão do homem pelos homens em várias esferas e categorias, e neste artigo visa à transformação das relações sociais do sexo através do tema, e a consequente mudança do domínio patriarcal.

A violência de gênero é reflexo do patriarcalismo, realidade que se configura em pleno século XXI, naturalizados nos ambientes familiares, em casa, como designar tarefas domesticas a somente a menina, e nos ambientes escolares, a divisão desigual ao acesso aos esportes, principalmente aqueles considerados popularmente masculinos.

Este tema é base da transformação da cultura machista, homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia, e promove a equidade de gênero e combate aos altos números de estupros e feminicidios e a qualquer outra violência desencadeada e motivada por preconceito contra alguma característica da pessoa agredida que a identifique como parte de um grupo discriminado.  O trabalho educativo é capaz de disseminar valores de igualdade e respeito, que compreende como universal a igualdade entre todos e o relacionamento do outro como um de nós, as mulheres e as multiplicidades das tipologias sexuais e gêneros existentes.

De acordo com o mapadaviolencia.org a taxa de homicídio é de 4,8 para 100 mil habitantes do Brasil, com 5º posição mundial em um grupo de 83 países. Dos 4.762 assassinatos de mulheres registrados em 2013 no Brasil, 50,3% foram cometidos por familiares, sendo que em 33,2% destes casos, o crime foi praticado pelo parceiro ou ex. Essas quase 5 mil mortes representam 13 homicídios femininos diários em 2013.

O Mapa da Violência 2015 revela ainda que, entre 1980 e 2013, 106.093 brasileiras foram vítimas de assassinato. De 2003 a 2013, o número de vítimas do sexo feminino cresceu de 3.937 para 4.762, ou seja, mais de 21% na década.

A escola é um espaço para ser livre, aprender a conviver, e conhecer as diversidades, o primeiro momento da vida em que experimenta a relação de sociedade, e é essencial ser discutido para descontruir pré-conceitos estabelecidos de geração em geração. A sociedade trata como adjetos os que fogem da “normalidade”, padrão de comportamento moralmente desejado, a todas as pessoas que fogem do esperado em qualquer esfera da vida social, retrata no livro de Michel Foucault em História da Loucura na Idade Clássica. E esta massa fica exclusa da sociedade em grande parte são as que mais sofrem violência e restrições de direitos devido à conjugação dos vários preconceitos que enfrentam. Gênero, sexualidade e identidade de gênero não são criações ideológicas. Eles existem. É uma necessidade real de mudanças afirmativas, contra o aniquilamento de uma minoria massacrada por uma sociedade preconceituosa.

Por Cristiane Ágatha, Blumenau, para Desacato.info.

Menino de 11 anos morre após ser baleado por guarda-civil em SP

ariel de castro

Um menino de 11 anos foi morto por guardas civis metropolitanos na manhã deste domingo (26), em Guaianazes, na Zona Leste de São Paulo, durante uma perseguição. Segundo informações do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe), a criança estava em um carro na região. Ele estaria com outros dois rapazes no veículo, mas eles conseguiram fugir. A criança estava no banco de trás.

O caso foi registrado no 49º Distrito Policial (São Mateus) e o inquérito foi instaurado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), de acordo com informações do Condepe.

Em nota, a Prefeitura Municipal de São Paulo informou que a Secretaria de Segurança Urbana “imediatamente ordenou apuração rigorosa do ocorrido e afastamento dos agentes da Guarda Civil Metropolitana envolvidos, até que se esclareçam os fatos”. A pasta, no entanto, não informou quantos guardas foram afastados.

O advogado Ariel de Castro Alves, membro do Condepe, vai acompanhar o caso. “Se houve afastamento de guardas há indícios de que ocorreu homicídio. O motoqueiro, possivelmente um vigilante noturno, que tinha acionado os guardas não foi encontrado. Não tem testemunha de que essas pessoas estavam assaltando.”

Para ele, o caso foi registrado como homicídio culposo (quando não há intenção de matar). “A hipótese de homicídio doloso deve ser considerada, já que nenhum tiro atingiu a lataria ou os pneus do carro. E sim o tiro foi efetuado em direção à cabeça das pessoas que estavam sendo perseguidas, atingindo a criança de 11 anos”, disse Castro.

O advogado informou que não há confirmação, até o fechamento desta reportagem, de que o carro tivesse sido furtado ou roubado.

 

Fonte: G1

Mais um caso de racismo na infância

“Eu estava na escola, daí três meninos começaram a me zuar, aí eu fingia que não ligava né. Aí teve uma hora que eu tava na sala (de aula) e eles começaram a falar do meu cabelo. Aí depois ele pegou o boné e tacou na minha cabeça, eu peguei e falei que ia levar o boné até a diretoria e falar que eles estavam me xingando, ai um veio pegar o boné na agressividade comigo, daí eu fui lá e bati nele.

Ai a professora, sem nem saber o que tinha acontecido, pegou e levou a gente até a diretoria e falou que a gente estava se batendo na sala, daí foi quando eu tomei a suspensão. O diretor quando ele deu a suspensão, ele nem sabia que tinha acontecido e eu perdi matéria por conta da suspensão, sem ele saber o que aconteceu.

Antes as pessoas me zuavam, eu ia na diretoria e falava, eles falavam que iam conversar com a pessoa e depois eles chamavam, a pessoa me xingava também… Depois só tinha uma conversinha e falavam que tá bom.”

O relato é sobre racismo na escola. A estória, contada N., uma menina negra de 11 anos que não alisa seu cabelo, explicita como o racismo é estrutural e estruturante. Tudo aconteceu na E.E. Professor José do Amaral Mello, escola de Vila Galvão, distrito de Guarulhos, em São Paulo.

Ou seja, estamos falando de uma instituição que deveria estar mais que preparada para acolher a vítima, sobretudo em função da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas redes públicas e particulares da educação. A perseguição contra uma aluna negra, uma criança, deveria motivar a instituição a educar os demais alunos, quem sabe até a si mesma. A ação deveria ser imediata, inequívoca, mostrando que racismo não é brincadeira. Racismo é crime.

Mas o que vemos é um cenário completamente diferente.

Ao invés de acolhimento, foram impostas à vítima uma série de agressões. Primeiro, posto que o cumprimento da lei 10.639 inexiste ou é insatisfatório, temos um ambiente onde o racismo acontece com toda a permissividade entre docentes e discentes. Em segundo lugar, o silenciamento cruel e desumano através de uma suspensão, promovido por aqueles que estavam em condições de fazer a diferença, mas escolheram punir a vítima e premiar o racismo com a impunidade. Em terceiro lugar, notem que a suspensão fez com que N. perdesse aulas e matérias, sendo mais uma vez prejudicada.

O nome disso é educação?

E uma escola, com poder de fazer a diferença e proteger uma criança negra mas não o faz, qual o nome devemos dar a isso? Há mais um aspecto a ser considerado – N., por ter sido vitimada pelo racismo inúmeras vezes, tem sido perseguida pelo estereótipo da “preta, favelada, barraqueira que se mete em confusão”, pelo simples (e louvável) fato de não baixar a cabeça para o racismo, por denunciar todas as repetidas agressões que são cometidas contra ela.

E é justamente por conta desse estereótipo, que todas nós mulheres negras bem conhecemos e que nos são determinados mesmo desde a infância por uma sociedade racista e sexista, que o diretor não quis saber que a queixa era gravíssima, que demandava atenção imediata e igualmente grave. Esse talvez seja um dos aspectos mais cruéis desse relato, porque houve inúmeras tentativas de denuncia dos maus tratos sofridos. Mas a resposta veio em forma de violência e não de educação, como se espera que sejam resolvidos os casos de racismo na escola.

Evidentemente todos os detalhes de mais um episódio de racismo nos causam revolta e indignação, mas também esperança pela profundidade e determinação demonstradas por N., uma menina de 11 anos, uma criança negra, que está dando uma aula de como é importante que a gente não se cale. Não importa com que intensidade o racismo tente nos derrubar. A gente vai reagir.

Obrigada N..

Mexeu com nossas mais novas, mexeu com todas.”

Por Charô Nunes {Publicado originalmente em Blogueiras Negras}

racismo é crime

 

Nem de menino, nem de menina Apenas brinquedos

Por Camilo Rocha, Nexo Jornal

Mães e pais estão dando bonecas para seus filhos e carrinhos para suas filhas. É uma tentativa de romper as pré-definições que vêm atreladas aos produtos destinados a crianças. A discussão em torno de brinquedos e gênero é tão importante que até o governo americano tem se posicionado sobre o tema. Para especialistas, a rotulação reforça preconceitos e limita as escolhas profissionais do futuro.

As discussões relacionadas a gênero estão em evidência em vários segmentos da sociedade hoje: no mundo da moda, no mercado de trabalho,na política. E ganham relevância também quando o assunto são as crianças e suas brincadeiras. Como se trata de seres humanos em formação, das raízes de comportamentos futuros, os temas adquirem aqui uma dimensão complexa e sensível. Para quem se debruça sobre o assunto, rotular brinquedos ou brincadeiras para “meninos” ou “meninas” tem reflexos em diversos aspectos que vão da perpetuação de preconceitos à limitação de opções de carreira profissional.

Continuar lendo

É preciso refletir: Colocar mães na cadeia também pune os filhos

Por  Kim Bellware, Brasil Post

Faz dois meses que Malik, de 13 anos, deu o último abraço em sua mãe. Ele teve a rara oportunidade recentemente, mas primeiro teve de ir até o estacionamento de um shopping center no sul de Chicago, andar três horas de ônibus e passar pela segurança da prisão Decatur Correctional Facility no Estado de Illinois.

“O mais difícil é não falar com ela. Ela era uma pessoa muito engraçada”, disse Malik sobre a mãe, Latonya, cujos representantes legais pediram que seu sobrenome não fosse revelado, para proteger a segurança dela. Latonya está presa em Decatur há dois anos. “Sinto falta de suas piadas, suas risadas”, disse Malik, que vestia uma camisa branca e uma pequena cruz de ouro em sua visita no sábado. “Sinto falta de tudo.”

Malik está entre as mais de 2,7 milhões de crianças americanas que têm um dos pais na prisão, segundo os dados mais recentes da Pew Charitable Trust. Dito de outra maneira: se todos os filhos do país que têm um dos pais preso morassem numa cidade, ela seria a terceira maior dos Estados Unidos.

malik e a mãe
Malik, 13, abraça sua mãe, Latonya, pela primeira vez em meses, durante uma visita à Facilidade de Decatur Correctional em Decatur, Illinois.

Continuar lendo

‘Aquele sangue era meu’, diz mãe que viu filho morto em favela do Rio

Por Alfredo Mergulhão, Folha de S.Paulo

Tinha acabado de descer o morro do Querosene quando ouvi dois tiros. Continuei andando até o mercado para comprar três batatas, uma cenoura e pão, para fazer uma canja para o meu caçula, que estava doente.

Na volta, enquanto subia a escadaria, o pessoal da comunidade começou a dizer que meu filho tinha sido baleado [a polícia ainda não esclareceu sobre de onde partiu a bala; mais cedo, houve confronto entre PMs e traficantes em uma favela vizinha]. Ainda no caminho, soube que era o Carlos Eduardo.

Subi correndo, esbarrando nas pessoas, desesperada para ver se o Dudu ainda estava vivo. Mas, quando cheguei, vi o corpo dele no chão, na porta de casa, tampado por um lençol. Retirei o pano para ver seu rosto. Só que não aguentei olhar. Ele estava morto, muito machucado. Gritei muito, xinguei, fiquei desesperada. Ninguém subiu o morro para socorrer meu filho. Ele nem chegou a ser levado para o hospital.

Doeu demais ver o sangue do meu filho derramado. Aquele sangue era meu.

catadora_sheila_silva_pablo_jacob_o_globo

A catadora Sheila da Silva fala sobre a morte do filho Carlos Eduardo, baleado em favela do Rio. Foto: Pablo Jacob/ Agência O Globo

Continuar lendo

“Será uma tragédia”, diz coronel da PM sobre mudanças no Desarmamento

O atentado a uma boate em Orlando reacendeu o debate sobre a legalização de armas nos Estados Unidos. Por aqui o assunto voltou no final do ano passado, quando uma comissão na Câmara aprovou um projeto que modifica o Estatuto do Desarmamento para facilitar a venda de armas no Brasil. “As pesquisas mostram claramente que o aumento do número de armas reflete em um aumento da violência”, disse o coronel em entrevista à Brasileiros.  À Brasileiros, o coronel da Polícia Militar e membro do Fórum de Segurança Pública, José Vicente da Silva, criticou o projeto de lei que visa modificar o Estatuto do Desarmamento

Por Alex Tajra, Revista Brasileiros

Na última semana o Congresso Nacional foi palco de mais uma decisão reacionária. A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou o PL 3.722/12, do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), que tem como objetivo modificar o Estatuto do Desarmamento, em vigor desde 2003. O texto-base proposto pelo peemedebista abranda as exigências para compra e porte de armas, reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para comprá-las e autoriza o porte para senadores e deputados federais.

RA_Armas_emtregues_Foto_Rapahel_Alves

TJAM encaminha 352 armas de fogo para destruição – Foto: Raphael Alves/ Fotos Públicas (16/09/2015)

 

Continuar lendo

CPI dos Assassinatos de Jovens recomenda fim dos autos de resistência

Por Cristiane Sampaio, Brasil de Fato

O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérico (CPI) do Assassinato de Jovens foi aprovado na tarde desta quarta-feira (8) no Senado. Apresentado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ), relator do tema, o documento recomenda três principais ações a serem tomadas como prioridade. Entre elas, obteve destaque a discussão sobre o fim dos chamados “autos de resistência” (expressão utilizada por agentes de segurança que alegam defesa ao matar um suspeito). Download aqui

Durante a audiência, os debatedores colocaram em destaque a possível conivência dos operadores do Direito ao lidarem com a questão. - Créditos: Cristiane Sampaio / Brasil de Fato

Durante a audiência, os debatedores colocaram em destaque a possível conivência dos operadores do Direito ao lidarem com a questão. Foto: Cristiane Sampaio / Brasil de Fato

Continuar lendo

Comissão especial do homicídio de jovens ouve assessora da Anistia Internacional

Por Cenário MT.com.br

A Comissão Especial que trata do Enfrentamento ao Homicídio de Jovens (PL 2438/15) realiza audiência pública nesta terça-feira (7) para ouvir a assessora de Direitos Humanos da Anistia Internacional no Brasil, Renata Neder. A audiência será realizada atendendo a requerimento do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), presidente da comissão. Ele lembra que a Anistia Internacional é um movimento global com mais de 3 milhões de apoiadores, que realiza ações e campanhas para que os direitos humanos sejam reconhecidos, respeitados e protegidos internacionalmente.

anistia_internacional_58mil_homicidios_ano

Continuar lendo