Mais da metade das vítimas de armas de fogo tinham entre 18 e 29 anos

Por Ivan Richard, da Agência Brasil

Uma em cada duas vítimas de armas de fogo no Brasil, em 2012, tinha idade entre 15 e 29 anos. De acordo com o Mapa da Violência 2015, das 42.416 pessoas que morreram no país em decorrência do disparo de algum tipo de arma de fogo, 24.882, ou seja, 58%, eram jovens. O estudo foi elaborado pela Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (FLACSO), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil.

Mapa da Violência 2015 - Morte  Matadas por Armas de Fogo

“É a hora de colocar a juventude no centro do projeto de desenvolvimento”, diz Gabriel Medina

Durante a transmissão de posse do Ministro Gilberto Carvalho para o Ministro Miguel Rosseto, ocorrida dia 2 de janeiro, o nome de Gabriel Medina foi oficializado como Secretário Nacional da Juventude (SNJ). Medina era o Coordenador de Políticas da Juventude da prefeitura de São Paulo, comandada pelo prefeito Fernando Haddad (PT). Em seu primeiro pronunciamento oficial, Gabriel Medina declarou que o programa Juventude Viva deve ser uma das prioridades de sua gestão. “Não podemos admitir que a violência seja a marca desta geração e, assim como o Ministro Rosseto afirmou ontem, se tivemos a capacidade de enfrentar a fome, chegou a hora de estancar o sangue e encarar o tema do extermínio da juventude, especialmente negra, moradora das periferias dos centros urbanos. Por isso, o Plano Juventude Viva será nossa prioridade máxima!”, revelou.

Medina também declarou que é “a hora de colocar a juventude no centro do projeto de desenvolvimento e efetivamente assegurar prioridade nesta agenda, aproveitando o bônus demográfico e toda criatividade e potência da maior geração de jovens da história. São 50 milhões de jovens que aguardam mais oportunidades e direitos”.

Fonte: Revista Fórum

O delicado voo do colibri

O que o plebiscito do Uruguai tem a nos dizer sobre o debate da diminuição ou não da maioridade penal

Por Ricardo Urquizas Campello*

Na semana passada, enquanto os eleitores de Dilma Rousseff comemoravam a reeleição da candidata à presidência da República no Brasil, outro grito emocionado de alívio soava na sede da Comissión Nacional No a la Baja, em Montevidéu, no Uruguai. Após a realização de um plebiscito para decidir sobre a diminuição ou não da maioridade penal de 18 para 16 anos no país, mais de 53% da população uruguaia se posicionou contra a redução.

No a la abaja - Uruguay

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Porque ser contra a redução da maioridade penal

Os jovens brasileiros estão sofrendo mais um duro ataque. Há uma ofensiva para alterar a lei e reduzir a idade com a qual uma pessoa pode ser presa como adulta. Hoje essa idade é de 18 anos, mas alguns querem que passe a ser 16. A grande mídia se esforça em fazer com que a população brasileira acredite que o problema da violência no Brasil é decorrente do fato de jovens com menos de 18 anos não serem presos como adultos. Mas, será que é isso mesmo?
Porque ser contra a redução da maioridade penal - Quer que se desenhe

Cuidado, você pode estar sendo manipulada(o)!

A grande imprensa é uma das responsáveis pelo sensacionalismo quando um adolescente ou jovem está em condição de infração. Cuidado, você pode estar sendo manipulado!

#ReducaodaMaioridadePenalNao #DemocratizacaodaMidia #MaisVozesnaMidia #DemocratizacaodaComunicacao

Não à Redução da Maioridade Penal - Sociedade sem Prisões

Fundação Casa: “O encarceramento em massa favoreceu a expansão e consolidação do PCC”

Afirmação é do antropólogo Fábio Mallart, que acaba de lançar o livro “Cadeias dominadas”, onde conta a história da instituição, aponta a forte presença do PCC dentro das unidades e reconhece a tortura como parte da “história institucional” do sistema socioeducativo

Por Igor Carvalho

No momento em que discute os rumos da Fundação Casa, que terá suas unidades terceirizadas, após aprovação de Projeto de Lei Complementar que entrega a administração da instituição às Organizações Sociais, o antropólogo Fábio Mallart lança o livro “Cadeias dominadas”, questionando a estrutura da ex-FEBEM e contando a história de um ambiente que se tornou um “campo de batalha.”

Fundação Casa Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

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Mais Direitos Mais Humanos foca no público jovem

Mais Direitos Mais Humanos é a nova série da TV Brasil, que trata de cidadania, diversidade e democracia a partir das experiências singulares de grupos de jovens de todas as regiões do país que defendem os direitos humanos. Estreia 10 de setembro, às 19h30.

 

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