Em meio à crise, o protagonismo das mulheres das favelas

Mônica Francisco *,  Jornal do Brasil

O trabalho das artesãs do Projeto Mulheres em Rede vai ganhar um portal onde empreendedoras preferencialmente irão tirar dúvidas sobre como gestar melhor seus negócios e acessar informações muito importantes fundamentais para o sucesso ou a continuidade do sucesso de seus negócios. A parceria entre a Asplande (Assessoria e Planejamento para o Desenvolvimento), Fundação Getúlio Vargas (Clínica do Direito), Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM área social) e UERJ (Instituto de Matemática e Estatística) vai possibilitar isso.

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Menino 23 será exibido hoje no Rio

Hoje, às 19h, será a exibição do documentário “Menino 23” que conta a história de 50 meninos negros levados de um orfanato no Rio de Janeiro para trabalharem como escravos em uma fazenda no interior de São Paulo. Em seguida, haverá debate com o diretor da obra, Belisario Franca, a produtora do documentário, Maria Carneiro Cunha, e a publicitária responsável pela comunicação institucional, Rossana Giesteira.

Local: Observatório de Favelas: Rua Teixeira Ribeiro, 535, Maré, 21044-251 Rio de Janeiro

Documentário leva ao debate sobre a sociedade brasileira da primeira metade do século XX

“Menino 23” é um desses filmes que ficam na cabeça muito tempo depois que se assiste. Belisário Franca, o diretor, tem paixão pelos detalhes, como já mostrou no documentário “Amazônia eterna” (leia aqui o comentário). Juntou-se ao historiador Sidney Aguilar, que fez um trabalho também minucioso de pesquisa sobre um tema espinhoso, e ambos produziram uma peça que tanto pode servir para lembrar uma época como pode servir para refletir sobre o presente. Falo de escravidão, de trabalho infantil, de racismo, de eugenia.

Documentário Menino 23, de Belisário Franca

 

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Qual boneco é bonito? E qual é feio?

Por Terráqueos Filmes

Dois bonecos, um branco e outro negro, são colocados em frente a crianças de diferentes raças. Em seguida, uma entrevistadora questiona um por um: “Qual boneco é bonito? E qual é feio?”. As respostas dadas para essas e outras perguntas feitas no vídeo evidenciam o motivo de uma campanha lançada no México pelo Conselho Nacional para Prevenir a Discriminação. Assista. Vale a reflexão e a forma como criamos e educamos nossas crianças.

Sarah Baartman e Inês Brasil: O corpo das mulheres negras exposto para diversão

Racismo e machismo atuam há séculos de forma a desumanizar e objetificar não brancas, negando assim o direito a si mesma

Por Luka, Ópera Mundi

Há algum tempo a forma que Inês Brasil é exposta me incomoda bastante, há elementos em como acontece esse processo que pra mim remetem a forma que Sarah Baartman foi exposta e explorada pela Europa. Essa semana circulou pelas redes sociais um texto criticando aqueles que são fãs da artista (não lembro o nome do autor do texto e nem encontrei o link quem tiver me passe que linko aqui), há diversas questões no texto que pra mim são dispensáveis, porém ele bateu numa tecla acendendo uma luz vermelha, na mesma semana a Djamila postou este link aqui sobre a polêmica de Beyoncé interpretar o papel de Sarah Baartman no cinema.

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Sarah Baartman

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Senado decidirá se inclui o racismo como agravante na prática de crime

Por Teresa Cardoso, da Agência Senado

O Senado pode deliberar em 2016 sobre projeto de lei que inclui, entre as circunstâncias que agravam a pena de um criminoso, ter agido com o sentimento de discriminação e preconceito racial. Autor do projeto, o senador Paulo Paim (PT-RS) deseja inserir no Código Penal regra que propicie o enquadramento judicial do fator subjetivo, originado no sentimento preconceituoso ou racista, que impele a ação concreta do indivíduo que pratica um crime.  O Código Penal atualmente lista, entre outras agravantes do ato delituoso, o motivo fútil ou torpe, a traição, a emboscada, a dissimulação, o emprego de veneno ou fogo, o abuso de poder, a ação contra criança, maior de 60 anos, enfermo ou mulher grávida, a ocorrência presente de incêndio, naufrágio, inundação ou o estado de embriaguez preordenada.

Senador Paulo Paim (PT-RS). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Senador Paulo Paim (PT-RS). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

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Jornalista denuncia racismo em supermercado de Belo Horizonte

“É esse o tipo de gente que rouba aqui todos os dias”, teria dito o segurança do supermercado DIA à jornalista Etiene Martins após constrangê-la e ameaçá-la com um cassetete para que guardasse sua bolsa em um guarda volumes

Por Ivan Longo, Revista Fórum

A jornalista e publicitária Etiene Martins utilizou seu perfil no Facebook para denunciar, na noite desta terça-feira (5), um episódio de racismo que teria sofrido por parte do segurança de um supermercado. O caso aconteceu em uma unidade da rede DIA em Belo Horizonte (MG) e, de acordo com a vítima, ela teria sido alvo de constrangimento e ameaças ao entrar na unidade para comprar lâmpadas.

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Jovem desenvolve técnica para reproduzir características de mulheres negras em bonecas

Por TV Brasil

A jovem estudante do Distrito Federal, Ingrith Calazans, desenvolvou uma técnica para reproduzir características de mulheres negras em brinquedos. Ela resolveu produzir bonecas que pudessem representar as negras após procurar um presente e perceber que era muito difícil encontrar bonecas com características negras nas prateleiras das lojas de brinquedos. Confira o vídeo com a reportagem completa:

 

 

“Faço bonecas de pano negras e indígenas para combater o racismo!”

Cristiane Jaxuka - Sou Mais Eu Digital/UOL

Sempre trabalhei com educação infantil e me incomodava muito usar material escolar que só traz pessoas brancas. Sentia que eu e meus alunos, a grande maioria negros, não éramos devidamente representados. Como é que nossas crianças podem construir uma identidade positiva em relação à sua própria raça se nem mesmo na escola ela é valorizada?

Leia mais em Sou Mais Eu Digital/UOL >>> http://goo.gl/MIMnNL

Especialistas avaliam relatório da CPI sobre violência contra jovens negros

Por Sayonara Moreno, EBC – Fonte: Radioagência Nacional

Investigar as causas e consequências da violência contra a juventude negra no Brasil: esse foi o principal objetivo da CPI do Jovem Negro, na Câmara dos Deputados, que concluiu em um relatório que o racismo institucional é o principal causador do genocídio desses adolescentes no país. A criação de um Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens Negros e a destinação de dinheiro de impostos para políticas públicas foram as principais propostas que podem mudar o quadro da violência contra esses jovens.

Isabela Vieira - Agência Brasil

Foto: Isabela Vieira/Agência Brasil

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