Transição capilar resgata as raízes de homens e mulheres

Por Luana Ribeiro no A Tarde

“Eu vim aqui para você devolver a minha negritude”. O pedido grandioso é feito pela moça sentada no pequeno salão de beleza de Alê Estrela. “Gata, é difícil. Nem sei onde está a minha”, responde a cabeleireira. Ela nega que funcione um pouco como psicóloga, mas a cadeira volta e meia faz o papel de divã. E se não pode devolver a negritude, ela cuida de um dos pontos mais polêmicos da autoestima negra: o cabelo crespo, que ainda guarda o estigma de “ruim”.

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